Arquivo de Dezembro, 2007

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Época Natalícia

Dezembro 21, 2007

São estes os votos da nossa associação a todos aqueles que nos têm dado o seu apoio, nesta caminhada pela salvaguarda da nossa identidade.

Aproveitamos também para comunicar que a associação Causa Identitária irá reduzir um pouco a sua actividade, em virtude das celebrações que se avizinham.

Regressaremos com um novo fulgor nos inícios de 2008.

Pela nossa Identidade, por Portugal, pela Europa!

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Uma resposta a Daniel Oliveira

Dezembro 19, 2007

O senhor Daniel Oliveira publicou no seu blog pessoal:

É impossível falar de Portugal sem falar de judeus. No meu caso, é impossível falar do passado de parte da minha família sem falar de judeus. A cultura e a identidade portuguesa sem a herança judaica e muçulmana seria bem mais pobre. Que haja para aí uma extrema-direita “identitária” que não o perceba diz apenas muito sobre a sua ignorância em relação à história do país onde nasceram.»

Esta afirmação merece algumas reflexões.

Em primeiro lugar, o senhor Daniel refere-se uma «extrema-direita identitária» algo que, por si só, é contraditório. Os Identitários não se revêem no tal rótulo, em virtude da autonomia político-histórica que nos caracteriza. Citando livremente Jean Thiriart «a extrema-direita constitui o mais completo conjunto de incapazes: invejosos, conspiradores, psicopatas, mitomaníacos, saudosistas, anarquistas.», atributos que os militantes desta casa não perfilham.

Segundo, em tempo algum os Identitários afirmaram que a identidade e cultura portuguesa não são tributárias de uma herança judaica e muçulmana (e africana, acrescente-se!). Mas, afinal, o que prevalece para a definição da identidade de um povo: É a maioria – a vertente europeia expressa na herança Celta, Ibera, Sueva, Romana, Vândala, Grega, etc. – ou a minoria, já acima citada? A identidade etnocultural de um povo deve ser analisada de um ponto de vista global, e não através dos seus particularismos.

Terceiro, a afirmação de que «a cultura e a identidade portuguesa sem a herança judaica e muçulmana seria bem mais pobre», deixa antever que, para o senhor Daniel Oliveira, a herança Greco-Romana – pilar base da identidade europeia – «tem a mesma expressão» que a herança muçulmana e/ou judaica. Trata-se de uma imbecilidade, própria de quem quer apenas ler alguns, seleccionados, capítulos (dactilografados com numeração Romana!) do imenso livro da História de Portugal. Aliás, já que de História falamos, e no caso particular da herança muçulmana, é de referir que a mesma se faz sentir muito mais no campo da expressão humana (como a arquitectura), do que propriamente no substrato etnocultural de Portugal. Isto porque, apesar de quase oito séculos de ocupação:

- As diferenças religiosas entre muçulmanos e cristãos provocaram um ódio mútuo insanável;
- Os casamentos mistos eram proibidos pela Igreja;
- Contínuas batalhas entre muçulmanos e cristãos;

Por fim, lanço o desafio ao senhor Daniel Oliveira para um debate sério e mais alargado sobre esta matéria. Acreditamos que é no confronto saudável de ideias que se faz a verdadeira Democracia.

Diogo Canavarro

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De novo na região de Alcobaça

Dezembro 18, 2007

Suportando um frio intenso, um grupo de activistas da Causa Identitária da região de Alcobaça saiu para a rua a fim de dar continuidade à campanha de apoio à produção regional. Uma vez mais centenas de panfletos foram distibuídos, bem como dezenas de cartazes foram colados.

Não nevou em Alcobaça mas esta acordou com outra cor, a dos identitários.

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O suave totalitarismo

Dezembro 18, 2007

Os partidos políticos foram notificados pelo Tribunal Constitucional para fazerem prova de que possuem 5 mil militantes. Quando a lei dos partidos políticos foi aprovada, ninguém a levou a sério. Como bons portugueses, todos pensaram que era mais uma lei que não passaria do papel para a prática.

Porém, a lei vai ser posta em prática e, vamos ser claros, esta marca o início do suave totalitarismo.

Mesmo assim, ainda existem soluções para combater a injustiça social e o flagelo identitário que condena Portugal e a Europa ao declínio. Uma das soluções, é a criação de movimentos e associações cívicas (sendo a Causa Identitária um exemplo disso), porque o sistema político está obviamente vedado a uns poucos.

Podemos, contudo, contornar estas leis, nomeadamente com a criação de listas independentes, concorrentes a pequenos círculos eleitorais, usando a estratégia do enraizamento local. Nissa Rebela é actualmente um dos melhores exemplos desta estratégia.

Há que combater o suave totalitarismo e defender sem equívocos a liberdade de expressão.

Nuno Neves

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Natal: consumir com moderação

Dezembro 16, 2007

Nesta época do ano é usual sermos bombardeados com mil e um apelos ao consumo. Numa sociedade em que é mais importante parecer ou ter do que ser, as pessoas embarcam num consumo desenfreado comprando o que precisam, o que não precisam, aquilo que podem pagar e inclusive o que não podem, a não ser que se hipotequem por uns meses.

Desde a área identitária lançamos um apelo à moderação. Vamos resistir ao consumismo irresponsável e irreflectido, às compras feitas nas novas catedrais, dedicadas a tratarem as pessoas como rebanho, que são os grandes centros comerciais com as suas lojas franchisadas, iguais seja aqui ou na China.

Para quem quer inovar fica aqui uma ligação (1) para um sítio onde podemos adquirir peças de artesanato enraizado, produzidas om base numa velha técnica europeia, a pirografia, nomeadamente caixas de madeira enfeitadas a fogo, com desenhos que nos transportam para a ancestral tradição portuguesa e europeia.

RGMateus

(1) http://ofibel.wordpress.com/

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Governo paga 350 mil euros a fotógrafo

Dezembro 14, 2007

O Correio da Manhã noticia que o Turismo de Portugal, entidade do Ministério da Economia, pagou 350 mil euros ao conceituado fotógrafo britânico Nick Knight.

As praias do nosso litoral, as prais fluviais do nosso interior, as nossas serras, as nossas ilhas, tudo património natural que tem de ser promovido. A Torre de Belém, o Castelo de Guimarães, a vila de Óbidos e de Almeida, enfim, uma inesgotável fonte de promoção do nosso Portugal que tem de ser rentabilizado.

Em termos económicos, temos que aproveitar esta fonte de rendimento para tornarmos a nossa economia mais dinâmica e activa, contudo, o que me deixa intrigado é: Qual a necessidade de se gastar 350 mil euros num fotógrafo?

Num país em recessão, que governo é este que se dá a estes luxos?

Para uma campanha publicitária deste género, não teria sido mais acertado a abertura de um concurso público, dando assim oportunidade a jovens fotógrafos portugueses?

Não encontro justificações para esta atitude governamental.

Nuno Neves

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E agora o povo!

Dezembro 13, 2007

E aí está o Tratado de Lisboa, assinado com toda a pompa habitual nestas ocasiões em que a encenação vale mais que o conteúdo do dito tratado.

Como já poucos podem escamotear, este Tratado de Lisboa mais não é do que uma forma aligeirada de tentar fazer entrar pela janela o que não foi conseguido com a abortada ex-futura Constituição Europeia.

Está lá o fim das presidências rotativas, pelo que esta se arrisca a ter sido a última presidência portuguesa. A imposição da maioria qualificada de 55% dos estados (isto é 15 países) em vez do consenso como forma de aprovação em várias matérias (política de imigração, por exemplo).

Mas independentemente da opinião que este tratado reformador possa merecer de cada um, parece-me importante que desta vez se dê a voz ao povo. Ao povo português e a todos os povos da Europa. Porque a construção de uma Comunidade Europeia é uma obra demasiado importante para ser feita de costas para aqueles que devem ser os principais participes desta.

A partir do dia 13 de Dezembro a luta não deve ser tanto a favor ou contra o Tratado de Lisboa, mas sim por uma efectiva democracia participativa, por um debate esclarecedor primeiro, e pela realização de um referendo como o culminar desse debate.

RGMateus

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Causa Identitária em vídeo

Dezembro 10, 2007

Na sequência do recente protesto realizado por activistas da Causa Identitária e que teve lugar no Parque das Nações, em Lisboa, aconselhamos o visionamento de dois vídeos presentes na internet, nos quais é possível ver os conturbados momentos em que os Identitários confrontaram apoiantes do ditador Robert Mugabe.

Vídeo Youtube
Vídeo RTP1

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08 de Dezembro, dia de protesto Identitário

Dezembro 10, 2007

Por ocasião da Cimeira Europa-África, que teve lugar em Lisboa no passado dia 8 de Dezembro, a associação Causa Identitária realizou uma jornada de protesto para expressar a indignação dos Identitários face à vergonhosa atitude do Governo Português, que preteriu o ancestral aliado britânico e parceiro da União Europeia, na pessoa de Gordon Brown, ao tirano etnicida Mugabe – demostrando, sem apelo nem agravo, o fraco espírito europeu presente nos representantes de Portugal.

Os Identitários estiveram presentes junto à gare do Oriente, local onde foram distribuídos alguns milhares de panfletos alusivos a esta questão.

Um momento mais conturbado deu-se por força da intolerância e arrogância dos apoiantes de Mugabe, aos quais os Identitários deram uma resposta pronta e eficaz em defesa de um manifestante pró-democracia no Zimbabué, referindo de forma vincada que em Portugal existe liberdade de expressão e que as ameaças e tentativas de agressão não os iria demover daquele local.

O presidente da associação concedeu, ainda, duas entrevistas para os órgãos de comunicação social, nomeadamente o Diário de Notícias e Público.

Finalmente, foi possível estabelecer contactos muito positivos com inúmeros cidadãos, também estes revoltados pela presença do ditador Mugabe e em particular com a falta de firmeza da administração lusa ao ceder à chantagem dos governantes africanos.

Identidade, Liberdade, Acção!

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Actividade da Causa Identitária em Alcobaça

Dezembro 9, 2007

A campanha da Causa Identitária de incentivo à produção regional exercida na região de Alcobaça fez eco na imprensa local. O jornal Região de Cister publicou a seguinte notícia.

Causa Identitária chega a Alcobaça

A associação Causa Identitária está a desenvolver uma campanha na zona de Alcobaça centrada na defesa dos “produtores e produtos regionais”
O objectivo é incentivar a compra da produção regional, “contribuindo para o crescimento da economia nacional”, revela o panfleto informativo da iniciativa.

O grupo, conotado com a extrema-direita, distribuiu alguns cartazes por Alcobaça no passado dia 18 de Novembro, aquando da última mostra de doces conventuais, na qual estiveram presentes alguns associados. Na página da internet do grupo, que pode ser vista no endereço www.causaidentitária.org, a associação anuncia o seu novo endereço postal, localizado em Alcobaça, num primeiro sinal de aproximação à região.

A Causa Identitária com os Portugueses, os Portugueses com a Causa Identitária!