Arquivo de Janeiro, 2008

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Programa Oficial da II Conferência Internacional

Janeiro 28, 2008

10H00 – 11H00

:: A Causa Identitária na linha da frente pelo combate cultural! ::

- Diogo Canavarro (Causa Identitária) > Descrição da conferência e a necessidade dos eventos culturais.

- Rolando Mateus (Causa Identitária) > Apresentação oficial da revista ‘Identitário’ e sua importância no contexto actual.

11H00 – 12H00

:: As novas tecnologias ao serviço da nossa Identidade! ::

- Miguel Vaz (Novopress-Portugal)> Novopress, o outro lado das notícias.

- João Roma (RBN-Portugal) > A Radio Bandiera Nera e a contribuição Portuguesa.

12H00 – 13H00

:: A estratégia identitária no mundo global! (1ª Parte) ::

- Miguel Ângelo Jardim (Causa Identitária) > Síntese das posições gerais identitárias.

- Eduardo Nuñez (Asamblea Identitária)> Apresentação do documento: 10 Claves para una Sinergía Identitaria (1ª Parte).

13H00 – 15H00

:: Pausa para almoço (não incluído) ::

15H00 – 16H00

:: Confraternização e actuação musical! ::

16H00 – 17H00

:: Face à mundialização, o enraizamento local! ::

- João Pedro Amaral (Causa Identitária) > Alcobaça, o balão de ensaio da Causa Identitária.

- Philippe Vardon (Nissa Rebela) > Nissa Rebela, o exemplo local francês.

17H00 – 18H00

:: A estratégia identitária no mundo global! (2ª Parte) ::

- Juan Antonio Carracedo (Asamblea Identitária) > Apresentação do documento: 10 Claves para una Sinergía Identitaria (2ª Parte).

- Fabrice Robert (Bloc Identitaire) > Princípios de acção do Bloc Identitaire.

18H00 – 19H00

:: Confraternização, palavras finais e encerramento ::

::

O seu contributo é fundamental para o sucesso da conferência. Por isso, não perca mais tempo e inscreva-se já naquele que será, seguramente, o evento do ano!

Notas:

1. Todos os blocos horários incluem espaço para questões.

2. O bloco das 11H00 às 12H00 contém igualmente uma ligeira interrupção para lanche (incluído).

3. Existirá tradução dos discursos.

4. O programa pode vir a ser alterado por razões de força maior.

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II Conferência Internacional da Causa Identitária

Janeiro 22, 2008

Notas Informativas:

O preço de entrada será 4€ para sócios e 6€ para não-sócios.

A localização detalhada do evento pode ser vista aqui.

O momento musical será protagonizado pelos identitários espanhóis da Asamblea Identitária.

A pré-inscrição no evento deverá ser feita para correio@causaidentitaria.org, aguardando posteriormente a confirmação da mesma.

O programa detalhado do evento será revelado dentro em breve.

Contamos consigo!

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Mais que uma associação, uma comunidade!

Janeiro 20, 2008

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Últimas semanas

Janeiro 18, 2008

As últimas semanas confirmam-nos o estado de emergência em que os europeus e os Portugueses se vão atolando.

Soube-se que Marrocos não pretende reconhecer a nacionalidade a alguns dos seus cidadãos achados ilegalmente nas costas do Algarve, dificultando assim, o seu imediato repatriamento. Entretanto, não perdem pela demora, algumas associações “humanitárias” apressaram-se a colaborar com a ilegalidade, oferecendo apoio moral e jurídico aos marroquinos detidos no Porto.
Perante esta descarada chantagem, um perigoso precedente, veremos qual será a reacção e a atitude do governo português. Só se espera que não ceda e não vacile perante a arrogância das autoridades marroquinas e proceda, como é normal nestes casos, à sua pronta e expedita expulsão.

E a nossa preocupação não se fica pelos alienígenas que arribam na calada da noite às nossas costas. Read the rest of this entry ?

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Discriminação em Porto Salvo

Janeiro 10, 2008

A JF de Porto Salvo (Concelho de Oeiras), por alturas do Natal, colocou em prática o que o politicamente correcto condena: Discriminou populações.

Esta realizou duas festas distintas, como se pode verificar no site oficial. Quais as razões que levam o executivo a esta amarga dualidade, realizando uma festa para o geral e outra para uma situação específica de um bairro problemático?

Ficamos então a saber que as famílias do Bairro dos Navegadores têm mais direitos que as outras. Estas tiveram a possibilidade de ir a duas festas, visto que são «desfavorecidas», enquanto as famílias «favorecidas» – leia-se; que não são do Bairro dos Navegadores – só puderam ir a uma.

Por azar da maioria, esta não possui casa no Bairro dos Navegadores. Mas, caso se pretenda fazer uma análise séria e objectiva, realize-se uma visita pelo dito local, como eu próprio faço todos os dias, e constate-se, a título de exemplo, a qualidade dos veículos estacionados. Afinal, quem é «desfavorecido»?

Invariavelmente, são aqueles que nos deviam defender que colocam os outros em primeiro lugar. Nós somos vítimas de discriminação na nossa localidade, no nosso país.

Cabe-nos a nós denunciar estas situações de injustiça local e nacional. Este artigo reporta-se a uma situação muito específica, mas quantos casos de discriminação não são denunciados todos os dias?…

Nuno Neves

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Mais que um lema, uma forma de conceber o mundo

Janeiro 9, 2008

           

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O novo espaço Schengen

Janeiro 6, 2008

O espaço Schengen encontra-se renovado. Com a entrada de 9 Estados-Membros é possível agora viajar, sem parar, de Narva (Estónia) a Lisboa (Portugal) ou de Budapeste (Hungria) a Brest (França).

Na qualidade de Europeísta convicto, fico feliz por ver que os vestígios da tenebrosa cortina de ferro, imposta pelo mais brutal regime de todos os tempos, desapareceram. Mais de 400 milhões de homens circulam agora livremente numa casa comum, a que se juntarão, assim é meu desejo, sob o estandarte do javali, milhões de russos, dando forma à verdadeira Europa.

No entanto, algumas figuras públicas já avisaram que com o fim do controle fronteiriço é bem possível que se dê um aumento da criminalidade e delinquência no espaço europeu. Merece, novamente, uma reflexão.

Nos actuais parâmetros de segurança na Europa posso compreender o receio de alguns. Afinal, continuamos numa Europa em que as diversas forças de segurança continuam distantes umas das outras, com os seus mecanismos próprios: armas, software de vigilância, etc., mas na prática sem existir uma coordenação que as articule entre si.

Tudo isto é ridículo e patético.

A Europa não pode continuar neste estado de (in)segurança. É necessário criar mecanismos comuns a todas as forças de protecção, bem como criar um Exército Europeu. O desmantelamento da Sérvia – que, perdendo o Kosovo, será, esse sim, um verdadeiro foco de perigo para toda a Europa – nunca teria acontecido com uma Europa unida no campo da segurança/militar.

Além disso, o conceito de livre circulação encontra-se deturpado. Circular livremente não significa que se possa transitar para qualquer país do espaço Schengen sem documentação e em situação criminal activa. A título de exemplo, eu sou livre de ir ao cinema, mas tenho de possuir bilhete bem como apresentar um comportamento correcto e, na falta destes, posso ser expulso do espaço.

Por fim, considero também que a questão da segurança, muitas vezes usada de forma infantil e histérica, não pode impedir em tempo algum os bons Europeus de circularem livremente. Isso seria estagnar todo um continente: Sem trocas comerciais, eventos culturais, turismo, etc., atrasar-se-ia, e de que maneira, a recuperação económica e social da toda a Europa.

Diogo Canavarro

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Liberdade para Marc Gonçalves

Janeiro 5, 2008

Marc Gonçalves é um luso-americano sequestrado pela organização narco-terrorista e marxista colombiana FARC.

O avião no qual se deslocava numa missão de controlo do narcotráfico na selva da Colômbia foi abatido pelo referido grupo terrorista. Dois dos tripulantes foram mortos e três, entre os quais Marc, foram feitos reféns. Isto deu-se a 13 de Fevereiro de 2003, portanto, acerca de 5 anos.

Nem mesmo o facto de Marc Gonçalves ser descendente de portugueses serviu para que o Governo Português fizesse qualquer movimento no sentido de interceder pela sua libertação ao longo do tempo decorrido.

Curiosamente os meios de comunicação nacionais também pouca relevância concederam ao caso, por certo mais interessados com a sorte da franco-colômbiana Ingrid Betancourt, do que com o luso-americano Marc Gonçalves.

Existe, no entanto, algo que pode ser feito entre todos. Podemos contactar o Ministério dos Negócios Estrangeiros e exprimirmos a nossa preocupação com o futuro deste luso-descendente, com vista a tentar averiguar qual o seguimento que o Governo Português está fazendo neste caso concreto.

Aqui ficam os contactos do MNE:

e-mail: correio@dgaccp.pt ou sac.paradeiros@dgaccp.pt

fax: 21.394.69.81

Os contactos podem ser endereçados a:

Luíz de Albuquerque Veloso

Director de Serviços de Administração e Protecção Consulares

Ministério dos Negócios Estrangeiros

Vamos de forma educada, mas firme, pedir a intervenção do nosso governo neste caso de supressão da liberdade do qual está sendo vitima um descendente de portugueses.

Vamos tornar 2008 o ano da libertação de Marc Gonçalves!

RGMateus

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Ainda existe futebol Inglês?

Janeiro 3, 2008

Sempre fui um fanático adepto de futebol.

Lembro-me das tardes passadas a ver a famosa final da Taça de Inglaterra. Quando eu era petiz, eram dos poucos jogos de futebol internacional transmitidos em Portugal. O futebol inglês distinguia-se do futebol técnico nacional, era um futebol de homens de “barba rija”, como sempre ouvi. Era um futebol marcado pela força, pelo empenho em campo, pela virilidade que cada jogador aplicava a cada jogada.

Contudo, a globalização está a destruir o chamado futebol inglês. Os clubes pertencem na sua maioria a estrangeiros. O Chelsea constitui o paradigma desta nova mudança do futebol inglês. O Arsenal é sinónimo da não existência de jogadores ingleses. E poderíamos continuar a citar exemplos, mas seria cansativo.

Quem perdeu com esta mudança?

Os Ingleses, é óbvio. A sua selecção foi afastada do Europeu. Alguns advogam que foi azar… Outros que pensam sobre futebol, já começam a criticar a internacionalização da Premier League.
Mas, na minha opinião, quem perdeu fomos todos nós.

E eu não sou o único que o lamenta. Recordo aqui as palavras do Presidente da UEFA, Michael Platini: «A Inglaterra é um país tão forte que precisa ter um técnico inglês. Gosto de futebol, dos jogos, dos fãs e da paixão pelo desporto. Mas não gosto do facto de o país ser tão aberto para estrangeiros».

Antes fazia-se a distinção entre o desporto amador e o profissional. Porém, o futebol na Europa sofreu uma americanização, hoje o futebol é o desporto-negócio, à semelhança da NBA, do American League Professional Baseball. Estamos, assim, perante três novas vertentes de desporto: o amador, o profissional e o de negócios.

Nuno Neves