Arquivo de Maio, 2008

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10 de Junho Identitário

Maio 25, 2008

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Reunião em Alcobaça

Maio 18, 2008

Comunicado de 18/05/2008

No dia 15 de Maio uma delegação da Causa Identitária foi recebida na câmara municipal de Alcobaça pela Vereadora do pelouro da Cultura, Dr.ª Alcina Gonçalves, juntamente com uma sua assistente, para uma audiência sobre o Castelo de Alcobaça. Após os agradecimentos pela disponibilidade em receber a delegação, a mesma fez uma breve apresentação da associação e aproveitou a oportunidade para oferecer um exemplar da revista “Identitário” que foi muito bem acolhida.

Começando por explicar que a preservação do castelo, enquanto pólo de desenvolvimento da região, é o que move a nossa petição, foi questionado o que tem ou não sido feito nesse sentido. Transmitiu-se igualmente a necessidade da sua requalificação e para o facto de o Castelo estar ao abandono, cheio de ervas, graffitis e dejectos, para além dos perigos de segurança (enormes buracos, inexistência de redes de protecção, etc.).

A Sra. Vereadora mostrou-se sensível às alegações, assegurando que o monumento não está esquecido mas que têm surgido outras necessidades importantes (incluindo requalificações), que não têm permitido à câmara tratar de todos os casos, e que ainda estão a decorrer escavações arqueológicas naquele local. Ainda assim, a mesma indicou que vai desenvolver os seus mecanismos para que a área seja limpa e segura, manifestando também que se dentro de um mês se mantiver tudo no mesmo panorama a associação «deverá voltar a entrar em contacto com a câmara».

Foram ainda abordadas diversas temáticas de interesse para Alcobaça e região do Oeste, como a reabertura do museu do vinho, roteiros turísticos, atribuição de fundos monetários, descentralização, etc., sempre num elevado espírito de cordialidade entre as duas partes.

Com a satisfação de ter sido dado mais um passo no sentido da requalificação e devolução de um espaço de cultura à comunidade, a Causa Identitária reitera a necessidade da angariação assinaturas para a petição e assegura que vai continuar vigilante no sentido de conseguir a limpeza e reforço de segurança da área do castelo.

Identidade, Liberdade, Acção!

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Causa Identitária mencionada no jornal “Região de Cister”

Maio 15, 2008

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Grupo lança petição a favor do Castelo

A Associação Causa Identitária lançou, no início deste mês, uma petição pela requalificação do Castelo de Alcobaça. O objectivo é “travar a progressiva degradação” daquele monumento e do seu espaço circundante.
O grupo organizado tem vindo a desenvolver algumas campanhas a favor do património e produção local, inspirando-se no lema “os nossos antes dos outros”.
No que diz respeito ao Castelo de Alcobaça, a associação pretende afirmá-lo no contexto nacional e europeu, tornando-o num “ponto atractivo” para “iniciativas económicas e culturais beneficiando assim o desenvolvimento local”, e despertando “um novo interesse nos agentes ligados às áreas históricas”. A petição é dirigida a Alcina Gonçalves, vereadora do pelouro da cultura da câmara de Alcobaça. “Tomei conhecimento da iniciativa, mas vou informar-me melhor sobre o grupo e os seus objectivos quando a petição estiver concluída”, afirmou a autarca ao REGIÃO DE CISTER.

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Petição pelo Castelo de Alcobaça: Assine e dê a assinar!

Maio 11, 2008

Por um renovado espaço de cultura, convívio e lazer, pela salvaguarda da memória colectiva e pelo desenvolvimento da região, assine e dê a assinar a petição pela requalificação do Castelo de Alcobaça!

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Conferência – Migrações Humanas no século XX e XXI : razões e consequências para a Europa

Maio 9, 2008

O Movimento Pró-Pátria, endereçou, através da sua actual direcção, um convite à Causa Identitária para a participação no seu próximo evento; uma conferência dedicada às migrações humanas na Europa nos séculos XX e XXI.

O convite foi prontamente aceite e a associação irá estar representada através de uma delegação, onde o actual presidente, Diogo Canavarro, irá ser orador.

Os restantes oradores serão: António Correia (Historiador), Filipe Silva (Geógrafo), Joaquim Pereira (Ex-Combatente), Carlos Branco (Presidente do Movimento Pró-Pátria) e Jorge Ribeiro (Secção Jovem do Movimento Pró-Pátria)

A Causa Identitária irá ainda aproveitar o evento para divulgar junto dos ouvintes algumas das suas linhas gerais de pensamento bem como as suas publicações, com particular destaque para a revista ‘Identitário’.

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Audiência pelo Castelo de Alcobaça

Maio 8, 2008

Comunicado de 8/05/2008

A Associação Causa Identitária irá, no próximo dia 15 de Maio e através de uma comitiva designada para o efeito, estar presente numa audiência, solicitada pela mesma, com a Vereadora do pelouro da cultura da câmara municipal de Alcobaça, a Dr.ª Alcina Gonçalves.

A temática em discussão será a progressiva degradação do Castelo de Alcobaça e respectivo espaço circundante.

Serão debatidas as razões que levaram ao estado actual do Castelo, bem como o que está a ser feito em prol do mesmo. Nesse sentido, a comitiva irá apresentar algumas propostas para um programa de requalificação deste património arquitectónico, num contexto de preservação do legado cultural e desenvolvimento da região.

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Maio de 68

Maio 7, 2008

Por Diogo Canavarro

Foi há 40 anos que se deu a revolta popular em França, construída a partir de uma Greve Geral, mais conhecida por Maio de 68. Por entre slogans como «É proibido proibir» ou «O álcool mata, toma LSD» viveram-se dias de forte agitação e contestação social, onde o segmento juvenil teve particular destaque na sua impulsão.

Não me cabe a mim julgar este episódio da história, não só porque não o vivi, mas também porque sinto que não tenho conhecimentos sérios e profundos sobre esta matéria.

Contundo, não posso deixar de tecer dois breves comentários à temática em questão.

Primeiro, creio que o Maio de 68 foi um presságio para aquilo que hoje, tristemente, vivenciamos: Um povo, em particular a sua juventude, que despreza, vulgariza e renega a sua origem etnocultural em nome da «Liberdade» e do «Outro». Incapazes de compreender que a definição do «Ser» singular depende implicitamente da sua definição no meio colectivo em que está inserido, e que a construção de barreiras – físicas e espirituais – são imprescindíveis para a manutenção desse mesmo «Ser» bem como a sua respectiva «Liberdade», estes agentes lançaram as sementes da confusão política e ideológica, traduzindo-se hoje na apatia generalizada, no optimismo artificial e no enraizamento ao sentimento xenófilo e etnomasoquista que chega à patologia.

Segundo, não deixa de ser paradoxal que muito daqueles que se insurgiram contra o «Capitalismo» e o «Sistema», são hoje figuras destacadas na sociedade civil; advogados, professores, banqueiros, etc., curiosamente, ou talvez não, cargos conectados às estruturas do «Capitalismo» e «Sistema» que diziam combater. Fartaram-se de ser revolucionários?

Em suma: Acredito que é necessário acabar com o «presentismo» em que fatalmente caímos e voltarmos a ser portadores de um futuro sustentável, com base em ideias fortes e ousadas – Autonomia regional, Europa unida e subsidiária, Política energética nacional na área das energias alternativas, etc. – mas isso não pode, jamais, ir deliberadamente contra toda e qualquer estrutura social, que, quanto a mim, foi a imagem de marca do Maio de 68. Como escreveu Miguel Ângelo Jardim: «A atitude de revolta não me merece, à partida, muita simpatia. Por motivos de ordem ideológica e de estratégia creio na revolução das mentalidades, na pedagogia subversiva, na transformação persistente e progressiva das consciências. É mais sensato e mais eficaz.»

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1º de Maio Identitário; defendendo a nossa História!

Maio 5, 2008

Dia 1º de Maio, data que assinala invariavelmente o esforço de milhões de pessoas que diariamente labutam já não apenas para uma vida melhor, mas acima de tudo para sobreviverem, esta é a data que de forma análoga marca mais um aniversário da associação Causa Identitária, uma iniciativa que nasceu há exactamente três anos, resultante dos anseios e inquietações de alguns jovens, e que, superando obstáculos e um sem número de adversidades, depressa deram forma àquela que representa hoje a mais inovadora expressão no campo da intervenção cívica, erigindo-se como um baluarte na defesa da cultura portuguesa, integrada numa dinâmica de preservação da nossa identidade etno-histórica, por via da sua promoção nas mais diversas vertentes e distintas frentes.

Crentes no exemplo através da acção, os identitários portugueses decidiram celebrar o seu terceiro aniversário sem festejos, ou por outras palavras, numa altura em que o nosso povo, a nossa comunidade enfrenta tantas dificuldades, sentimos que seria quase atentatório despender os nossos meios em celebrações inócuas. Fiéis ao essencial da nossa actividade, optamos no dia 1 de Maio em estarmos junto daqueles pelos quais nos movemos, os Nossos.

Provenientes do norte, centro e sul do país, diversas delegações da Causa Identitária convergiram para a bonita cidade de Alcobaça. Tal destino não foi seleccionado ao acaso. Alcobaça tem sido campo de especial atenção dos identitários, nomeadamente por ser um centro pomícola por excelência, e consequentemente por demonstrar quão a produção nacional está a ser vitima de uma política de acentuado desprezo pela parte do aparelho estatal, sempre encerrado na sua redoma centralista.

Porém, desta feita a Causa Identitária marcou presença em terras alcobacenses por outro motivo, não menos nobre, e que igualmente se coaduna com os princípios que norteiam a nossa associação. Os identitários decidiram meter em marcha uma Petição pela Requalificação do Castelo de Alcobaça, uma estrutura de defesa militar votada ao mais degradante olvido por parte das instituições competentes.

Numa atmosfera viva e jovial os identitários abordaram transeuntes e contactaram comerciantes com vista à sensibilização para o estado degradante do referido castelo, aproximação à população que foi extremamente bem recebida e apoiada, correndo actualmente a petição da Causa Identitária em diversos estabelecimentos comerciais que decidiram abraçar activamente esta iniciativa pelo resgate da nossa memória História e património arquitectónico.

Terminada a jornada, os identitários reuniram-se para avaliar a acção desenvolvida e estabelecer novas iniciativas a levar a cabo proximamente, tendo em mente que foi estabelecida uma nova etapa no campo da defesa da nossa identidade.

Identidade, Solidariedade, Acção!