
Loures: O exemplo da integração impossível
Julho 14, 2008
Comunicado de 14/07/2008
Os graves incidentes ocorridos nos últimos dias na zona da Quinta da Fonte (Loures), entre bandos de etnia cigana e africana, vêm ao encontro daquilo que a Causa Identitária há muito denuncia: a multietnicidade em proporções consideráveis num mesmo espaço local conduz, para além da destruição da homogeneidade etnocultural autóctone, a uma sociedade multirracista.
Assim, mais do que exigir «melhor policiamento» ou «combate ao tráfico de armas», consideramos ser urgente fazer uma reflexão profunda sobre este fenómeno perturbante para a sociedade portuguesa. Pela nossa parte, essa reflexão está, também ela, há muito efectuada: Estamos perante a violação do “princípio de Aristótoles” – Em qualquer cidade, a harmonia e democracia só são possíveis se existirem parentesco étnico e cultural, noção a que o filósofo chama «phillia», ou seja, a «amizade natural». Questionamo-nos, pois, como será possível haver tal «amizade natural» entre comunidades – e sublinhe-se comunidades, não se trata apenas de alguns indivíduos! – diametralmente opostas que, recusando claramente abdicar das suas especificidades, se tentam impor no seio da localidade em que se situam. Estamos pois perante uma situação de ditadura imposta pelas minorias às maiorias. E não nos venham falar da alegada pobreza dos criminosos: quem tem dinheiro para comprar as armas e os automóveis que a televisão exibiu não vive, certamente, na pobreza. Vive, isso sim, de negócios pouco claros com rendimentos não declarados ao fisco e ainda recebe alojamento quase gratuito e subsídios de vários tipos, pagos com o dinheiro dos impostos dos portugueses.
Pela nossa parte, apenas pretendemos que nos deixem em paz. Os Portugueses não podem sentir-se reféns, na sua própria casa, de gentes que não possuem o mínimo de respeito e consideração por quem os acolheu de braços abertos. Aliás, numa época em que tanto se invoca a emigração portuguesa para justificar as actuais (e suicidas) políticas de imigração, é curioso verificar que nunca se constatou tais desacatos por parte das nossas comunidades.
Finalmente, pretendemos que todos os Portugueses saibam que, face aos mercenários que hipotecam a nossa liberdade, não estão sós. Continuaremos empenhados em fazer resistência a todos os actos que não se coadunam com as marcas e referências do nosso povo.
Identidade, Liberdade, Acção!
Prezo saber – como aliás já desconfiava – que este é um assunto de máima importância para a Causa. É, realmente, perturbante, desassossegante, vergonhoso e, extremamente, preocupante, que se viva situações semelhantes no nosso país, ou mesmo, como já foi noticiado em outros países, na nossa Europa.
Saudações!