Arquivo de Agosto, 2008

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Da problemática Energética à Ecologia radical (Parte II e final)

Agosto 24, 2008

Para uma melhor compreensão do texto sugere-se a leitura da parte I.

Por Diogo Canavarro

Perante este cenário assombroso quais os caminhos que podemos e devemos percorrer?

Em primeiro lugar urge fazer uma reflexão séria e científica sobre a temática energética, algo que em Portugal, infelizmente, é sistematicamente relegado para segundo plano. Uma rápida análise sobre a questão leva-nos a concluir que a produção e uso de energia nos dias de hoje é concebida baseando-se na visão da oferta; a energia é vista como algo que se pode gastar indefinidamente (e quanto mais, melhor). É, assim, uma visão centralista e uniformizadora, que recusa uma aplicação local consoante a procura e necessidades dos consumidores, que tem como principal consequência o rápido esgotamento dos recursos naturais. Um exemplo desta situação é o Serviço Nacional de Saúde (SNS), aqui entendido como entidade energética: Ao invés de uma implantação local/regional, pois nem todas as zonas do país têm certamente os mesmos índices de procura, distribuiu-se, sobretudo no pós-25Abril, hospitais e centros de saúde – como se de panfletos se tratassem! – de forma “uniforme”. O resultado está à vista de todos: O SNS encontra-se hoje desgastado e mutilado, com o encerro de muitas unidades um pouco por todo o país, para desespero das populações locais.
Resumindo, a produção e utilização de energia deve ser encarada como um serviço gerador de conforto, aplicado às reais necessidades das nossas comunidades, onde cada consumidor deixa de ser visto como um mero «número», passando, desta feita, a ser parte integrante do fenómeno energético, isto com recurso a meios de que falarei mais adiante. «Power to people», é o lema a interiorizar.

Outra questão fulcral para a resolução deste conflito prende-se com o (fraco) ordenamento do nosso território. Tomemos como exemplo a região da grande Lisboa: Devido à especulação imobiliária e à incapacidade do poder local em garantir condições de vida, muitos lisboetas são “atirados” para a periferia da região mas mantendo os seus postos de trabalho bem no centro da capital. Por conseguinte, entram e saem milhares de carros todos os dias, o que corresponde, para além de um problema social, a um gravíssimo atropelo do ponto de vista energético em virtude dos milhares de litros de combustível que são gastos, com a correspondente emissão de gases poluentes. É necessário tomar novas medidas que estimulem o crescimento das economias locais e o melhoramento da rede rodoviária. Sobre este último, é absolutamente inacreditável a atitude do actual governo que prefere apostar na construção de mais auto-estradas (!) ao invés da melhoria dos transportes públicos e seu uso, ciclovias, espaços de lazer e bem-estar (Relembremos as famosas «cidades-jardim» de William Morris), legislação para habitações termicamente optimizadas, etc.

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Um país a saque! (A propósito de quintas e de assaltos a bancos)

Agosto 20, 2008

Por Miguel Angelo Jardim (Miazuria)

As últimas semanas confirmaram as piores previsões: Portugal é um país a saque.
O histérico palrear dos arautos do politicamente correcto não consegue ocultar a mais negra das realidades em que vivemos. A incapacidade deste governo irresponsável e demagogo liderado por um “pinóquio” obriga os Portugueses de raiz a reflectirem sobre a urgência de assumirem a responsabilidade pelo seu próprio destino.

As desculpas e pseudo-justificações de todas as Fernandas Cancios (Diário de Notícias) e de todos os Rui Tavares (Público), a mais nefasta e ridícula imagem dos órgãos de comunicação, representam o fracasso de uma “esquerda”(!!) amnésica do socialismo e reconvertida ao folclorismo de festins do charro, fundida nas suas contradições e aprisionada à armadilha do mortífero multirracialismo.
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Sobre o assalto e sequestro em Campolide

Agosto 10, 2008

Comunicado de 10/08/2008

A Causa Identitária congratula-se com a actuação das forças especiais (GOE) na libertação dos reféns do assalto e sequestro da agência bancária do Banco Espírito Santo em Campolide, Lisboa, no passado dia 7 de Agosto.

O facto de haver em Portugal forças altamente treinadas para a solução de situações limite deve ser um orgulho para qualquer português.

Contrastando com a actuação dos profissionais dos GOE, temos o laxismo que tem vindo a ser imposto ao SEF, fazendo com que esta força se mostre incapaz de controlar a imigração ilegal que diariamente desembarca em Portugal, como foi o caso dos dois assaltantes/sequestradores do banco em Campolide. Com efeito, Wellington e Nilson eram brasileiros, imigrantes ilegais a residir «há vários meses» em Portugal e já referenciados por delitos menores.

Este é mais um motivo para a Causa Identitária continuar a sua acção na defesa de um verdadeiro controlo dos fluxos migratórios e no combate contra a imigração ilegal, exigindo a repatriação imediata de todas as pessoas que se encontram de forma irregular em Portugal. A nossa segurança e liberdade são demasiado importantes para continuarmos a assistir impavidamente a um facilitismo cúmplice dos poderes relativamente a uma situação de “iminvasão”. Por isso, hoje mais que nunca, o nosso grito de revolta é: Clandestinos Fora!

Identidade, Liberdade, Acção!