
Um país a saque! (A propósito de quintas e de assaltos a bancos)
Agosto 20, 2008Por Miguel Angelo Jardim (Miazuria)
As últimas semanas confirmaram as piores previsões: Portugal é um país a saque.
O histérico palrear dos arautos do politicamente correcto não consegue ocultar a mais negra das realidades em que vivemos. A incapacidade deste governo irresponsável e demagogo liderado por um “pinóquio” obriga os Portugueses de raiz a reflectirem sobre a urgência de assumirem a responsabilidade pelo seu próprio destino.
As desculpas e pseudo-justificações de todas as Fernandas Cancios (Diário de Notícias) e de todos os Rui Tavares (Público), a mais nefasta e ridícula imagem dos órgãos de comunicação, representam o fracasso de uma “esquerda”(!!) amnésica do socialismo e reconvertida ao folclorismo de festins do charro, fundida nas suas contradições e aprisionada à armadilha do mortífero multirracialismo.
Há muito que reclamo a necessidade de Portugal se afirmar e posicionar na sua autêntica esfera cultural e civilizacional: a Europeia. O que ocorre, infelizmente, é que nos encontramos mergulhados em modismos e comportamentos identificados com o continente africano e com alguma imagem da América do Sul: criminalidade violenta, corrupção, a justiça é um lodo, cultura da violência, ausência de educação e civismo, fosso cada vez maior entre ricos e pobres, exercício do capitalismo selvagem, típico das sociedades subdesenvolvidas, gerador de graves injustiças sociais, etc.
E é a pretexto de uma pretensa e patética e ilusória “lusofonia” que corremos o risco de virmos a ser engolidos pelo colonialismo da crioulice luandense em conluio bem serviçal dos capitalistas cá do burgo, as tais famílias de sempre, identificadas com grupos económicos bem conhecidos, amparados ideologicamente por alguns intelectuais, os vetustos e os reciclados (os saltimbancos da política) embriagados pela nova versão do venenoso “luso-tropicalismo”, tudo isto executado às custas dos interesses da esmagadora maioria do POVO português.
Na senda desta estratégia suicida chega-se ao cúmulo de propor a abolição de vistos para os angolanos, à revelia dos portugueses e violando o espírito e a letra do acordo de Shengen! Até a Academia de Ciências portuguesa aceita como seu membro um escritor angolano com as mãos manchadas de sangue…..a que preço?!
E a propósito dos acontecimentos das quintas da Fonte e do Mocho, não esquecendo o assalto à dependência do BES, ninguém teve a coragem ou a ousadia de apontar o dedo à causa verdadeira de tamanha violência: a presença incontrolada e massiva entre nós de quem não partilha das nossas referências culturais e valores civilizacionais, e muito menos se receitaram soluções que a meu ver passam pela expulsão imediata dos delinquentes, alteração do código penal no sentido de agravamento das penas, mudança da lei da nacionalidade em prol dos direitos dos Portugueses de cepa.
A africanização de Portugal e da Europa representa a curto prazo a destruição da nossa Identidade e da nossa civilização assente em valores comuns.
Pergunta-se: por mais quanto tempo iremos aturar este actual estado de coisas?
Um texto certeiro, camarada.
RGMateus
Obrigado, camarada.
Sempre às ordens.
Miguel Angelo Jardim
(Miazuria)
Muito bem Miguel, meteste o dedo na ferida do sistema, onde lhes mais dói e para o qual eles não têm outra resposta senão explicações sociológicas mal-amanhadas de exclusão (quando já todos perceberam que isso é falso) ou de que estas gentes são empurradas para guetos (quando já todos sabemos que são essas gentes que procuram voluntariamente e naturalmente associar-se aos seus semelhantes).
Em jeito de resposta à tua questão, devo dizer que engrossa o número daqueles que estão saturados desta africanização de Portugal, e que o trabalho desenvolvido pela CI em muito contribui e contribuirá para despertar cada vez mais portugueses para esse facto.
Saudações Identitárias!
Camarada e amigo Miguel já tinha saudades da tua pena. Como sempre, certeiro!
Neste país, cada vez mais prisões vazias, ruas cheias de criminosos. Algumas vozes do sistema, já começam a falar daquilo que os identitários já dizem aos anos.
Imigração de Gentes, importação de hábitos criminais. Infelizmente, temos razão…
O código penal tem de voltar a revisto.
Essa de dizer que é tudo por causa da imigração não te parece uma ideia um bocado redutora?
E, por causa da criminalidade, um dia destes estarmos a viver num estado policial, com controlos de toda a espécie, isso não te incomoda?
Abraço
São os números de uma CERTA imigração que me incomodam.
Se dermos a devida atenção ès estatísticas reais dos imigrantes que estão detidos, para não falar dos que são “portugueses” de plástico (bilhetes de identidade), então veremos que tenho razão sobre a criminalidade…
A criminalidade existe em virtude da ausência, há muito perdida, do sentido de coesão social, étnica e cultural. E é o sistema capitalista-liberal a causa primeira do actual estado de coisas.
Sim, fico preocupado, mas a razão principal deve-se, sem dúvida, à falta de segurança nas escolas, nas ruas, e cada vez mais nas nossas próprias casas.
E a insegurança acaba por matar a prazo a liberdade.
Entre a liberdade com insegurança e segurança sem liberdade as pessoas normais e comuns optam pela segunda opção.
Em Portugal não há, (será que alguma vez houve?) respeito pela LEI. Há demasiadas leis e muitos advogados, mas há pouca e menos JUSTIÇA!
Vejam-se as últimas declarações sensatas do Teixeira Lopes(membro do BE Porto) sobre o vazio da política de “esquerda” sobre a temática de segurança.
O homem é corajoso e toca na ferida, até me admira!
Abraço
Em relação aos menos, conheco-lhes as manhas.
Em relação aos estranhos não estou habituado às mentiras deles.
Ficam de fora, para manter a minha liberdade.
Curiosamente, em meios pequenos quase que não é necessário a polícia…
Sem segurança, não há liberdade.
Não é uma chavão demagógico, porque eu nunca poderei ser livre se não me sentir seguro…
Deveria sair para a opinião pública, a quantidade de presos que foram libertados após a entrada no novo código penal….
Desde o dia em que o texto foi escrito pelo Miguel, até hoje, leiam os jornais e vejam a quantidade de notícias que saíram sobre crimes violentos. O crime violento aumenta consideravelmente em Portugal.
É bem verdade o que dizes, Nuno: sem segurança não há liberdade, e só um inocente afirma o contrário.
Não sou contra a imigração desde que ela seja controlada e selecionada, e que conduza à integração social (não meramente jurídica, como multiculturalmente se pretende nos dias de hoje).
O Multiculturalismo e estas políticas de integração da esquerda estão a aniquilar o nosso futuro.
Sobre os conflitos da Quinta da Fonte, não li um único comunicado elaborado pelo SOS Racismo ou pela Frente Anti-Racista…
Na Europa, existem vários modelos de integração, e nenhum funciona. Nenhum, não há uma úncia política de integração que funcione correctamente com pessoas que nos são estranhas. E mais, como não funcionam, impingem-nos que a maioria tem que se integrar na minoria.. em nome do multiculturalismo. Em nome do multiculturalismo e dessa religião dos direitos humanos estamos a aniquilar o nosso futuro.
Caro Pippo, compreendo que os fluxos migratórios sempre foram uma constante na história. Contudo, em idêntica medida que alguns países, eu sou favorável a uma política discriminatória (selectiva, opcional) dos imigrantes que entram na nossa pátria. Por outra parte, mesmo que exista uma integração social, essa pode atentar contra a homogeneidade etnocultural, a qual é um factor basilar para a harmonia social, logo, se existir uma entrada maciça de alógenos em solo pátrio isso pode significar a médio prazo o surgimento de graves problemas, além de poder redondar numa prática multi-racial, isto é, identicida, algo não desejável sobre forma alguma tanto para autóctones como para alógenos.
“Deveria sair para a opinião pública, a quantidade de presos que foram libertados após a entrada no novo código penal….”
Pois olha que eu estou convencido que a culpa não é do código. O que se está a passar é uma guerra não declarada da corporação judiciária ao poder politico. E nós é que sofremos as consequências.
O código foi a arma usada…. Agora quem luta contra quem…