Arquivos para a Categoria ‘Politicamente Correcto’

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Sinais de fumo

Fevereiro 13, 2008

Terminou a quadra festiva mais adequada ao Portugal contemporâneo, falo, como é evidente, do Carnaval. Dos foliões deste ano saliento, pela trágico-comédia, a mascarada “socialista” albergada no (des)governo, onde a cor da fantasia é o negro!

E ainda no âmbito das festas carnavalescas, deambulava eu pelo Rossio quando acidentalmente me deparei com um corso onde participava um grupo de gaita de foles em que pelo menos metade dos músicos figurantes eram de origem africana…
A tocar gaita de foles, repito!
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De novo Porto Salvo

Fevereiro 9, 2008

A Câmara Municipal de Oeiras brindou os residentes dos bairros sociais desse município com cabazes de Natal. No entanto esta oferenda natalícia foi exclusiva para os residentes dos bairros sociais, os outros munícipes que residem fora desses bairros, e que não têm direito a rendas sociais, não foram brindados.

Segundo os números que são fornecidos neste blogue, os bairros sociais agraciados com os cabazes na freguesia de Porto Salvo foram os seguintes:

Bairro dos Navegadores - 350 cabazes
Moinho das Rolas - 120 cabazes
Lage - 92 cabazes

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Discriminação em Porto Salvo

Janeiro 10, 2008

A JF de Porto Salvo (Concelho de Oeiras), por alturas do Natal, colocou em prática o que o politicamente correcto condena: Discriminou populações.

Esta realizou duas festas distintas, como se pode verificar no site oficial. Quais as razões que levam o executivo a esta amarga dualidade, realizando uma festa para o geral e outra para uma situação específica de um bairro problemático?

Ficamos então a saber que as famílias do Bairro dos Navegadores têm mais direitos que as outras. Estas tiveram a possibilidade de ir a duas festas, visto que são «desfavorecidas», enquanto as famílias «favorecidas» - leia-se; que não são do Bairro dos Navegadores - só puderam ir a uma.

Por azar da maioria, esta não possui casa no Bairro dos Navegadores. Mas, caso se pretenda fazer uma análise séria e objectiva, realize-se uma visita pelo dito local, como eu próprio faço todos os dias, e constate-se, a título de exemplo, a qualidade dos veículos estacionados. Afinal, quem é «desfavorecido»?

Invariavelmente, são aqueles que nos deviam defender que colocam os outros em primeiro lugar. Nós somos vítimas de discriminação na nossa localidade, no nosso país.

Cabe-nos a nós denunciar estas situações de injustiça local e nacional. Este artigo reporta-se a uma situação muito específica, mas quantos casos de discriminação não são denunciados todos os dias?…

Nuno Neves