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10 de Junho da Causa Identitária!

Junho 2, 2009

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O futuro aqui tão perto…

Junho 2, 2009

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Início da campanha «Luta pelas tuas ideias!»

Maio 16, 2009

Na noite de 13 de Maio, um grupo de militantes identitários realizou uma acção de propaganda na zona da cidade universitária de Lisboa. Esta simbolizou o começo da campanha «Luta pelas tuas ideias», uma campanha dirigida à juventude portuguesa.

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A acção decorreu de forma exemplar tendo sido colados centenas de cartazes. O grupo tentou sempre respeitar a propaganda das outras associações/movimentos, tal como gostaríamos de ser respeitados. Estamos na política pela positiva e em prol da nossa juventude.

Em breve decorrerão novas acções em outros pólos universitários.

Identidade, Juventude, Acção!

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Luta pelas tuas ideias!

Maio 10, 2009
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Breve reflexão sobre o Kosovo

Maio 10, 2009

(Via Revista Identitário)

Por Miguel Ângelo Jardim

Consumada a independência do Kosovo, orquestrada pelos Estados Unidos, com o beneplácito da maioria dos países Europeus, esta não trouxe nenhuma novidade à complexa situação dos Balcãs.

Permanecem as tensões étnicas, em particular onde habitam os albaneses, expansionistas e irredentistas, e os sérvios, já sem saída para o mar (recorde-se a independência de Montenegro), sentem-se legitimamente injustiçados e marginalizados pela comunidade internacional.

Os Estados Unidos, juntamente com os seus tradicionais aliados e agora com a solidariedade germânica, apostam na independência do Kosovo com o intuito de debilitar a Sérvia (tendo em conta que esta foi historicamente aliada da Rússia) sempre com o objectivo último, de acordo com a clássica tradição, dividir para reinar.

A União Europeia, paralisada devido a divergências internas na forma como lidar com a situação, tenta apagar o fogo com aliciamentos e promessas à Sérvia na tentativa de buscar uma solução airosa no contexto do já complicado imbróglio dos Balcãs.

Por outro lado, a Rússia e a China, assim como a União Indiana, países fundamentais no equilíbrio das relações internacionais, não reconheceram a soberania do Kosovo, nem tencionam fazê-lo, impedindo a entrada do território nas Nações Unidas.

Estamos face a um Estado reconhecido parcialmente pela comunidade internacional, sendo a região mais pauperizada de toda a Europa, muçulmano, base de tráfico de estupefacientes e de carne branca, dirigido por mafiosos, para quem o conceito de democracia há muito que é letra morta. O Kosovo é um Estado pária, subalternizado às aspirações da supremacia regional dos americanos.

Certamente que o quadro explosivo permanecerá: a Sérvia jamais aceitará a soberania do Kosovo e os Albaneses, por sua parte, não se ficarão pela independência. No futuro, acabarão por reclamar zonas onde são maioritários, destabilizando a Macedónia e o Montenegro.

A independência do Kosovo foi um acto aventureirista, intencionalmente anti-sérvio, e anti-europeu. Historicamente, o Kosovo foi, e é Servo.

O futuro continua em aberto. A solução do conflito obrigará à integração do Kosovo numa Sérvia federal, com garantias de autonomia político-administrativa, respeito pelas identidades de todas as comunidades nacionais ali existentes há séculos. Mas sejamos realistas e pragmáticos: reconciliar os Balcãs com a sua atribulada história só acontecerá de uma forma viável num contexto de uma Europa unida.

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Apresentação da revista “Identitário” nº3 no Norte

Abril 14, 2009

No próximo dia 18 de Abril, a associação Causa Identitária irá realizar um almoço-convívio na cidade do Porto, juntando associados, simpatizantes e amigos. Este contará com uma breve apresentação do mais recente número da revista “Identitário” e de uma abordagem à temática em questão. Haverá, igualmente, espaço para debate, venda de material e apresentação de projectos futuros.

Todos os interessados em participar nesta ocasião devem enviar-nos um e-mail como forma de inscrição.

Identidade, Liberdade, Acção!

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Revista Identitário – Número 3

Março 8, 2009

:: Índice de conteúdos ::

Nacional
- Face ao despovoamento do interior e à aglomeração no litoral: um Portugal enraizado!

Internacional
- O mestiço, a América e a etnopolítica
- Vergonhosa decisão judicial contra Philippe Vardon

Vida associativa
- Causa Identitária celebrou o dia da Restauração
- Diogo Canavarro orador convidado nas primeiras jornadas de Cultura e Património em Santa Maria

Dossier Crise Económica
- A crise financeira mundial do Outono de 2008
- O distribuitismo, alternativa económica
- Os identitários face à economia: algumas linhas de orientação
- O virtualismo da finança mundial

Entrevista
- Josep Anglada

Teoria
- Pensamento identitário: uma síntese

Cultura
- Febo Moniz, herói identitário
- O fim do petróleo. O grande desafio do séc. XXI
- Arditi – “Omne Ensis Impera
- «Tropa de Elite»
- Grupo de violas Campaniças – “Ilha dos vidros
- Triarii – “Muse in arms

Mais informações aqui.

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Reunião de coesão da Causa Identitária

Fevereiro 27, 2009

:: Reunião de coesão da Causa Identitária ::

A associação Causa Identitária irá realizar no próximo dia 1 de Março uma reunião de coesão entre os seus militantes e simpatizantes, através de um almoço-debate, na zona de Sintra.

Em foco estarão vários aspectos relacionados com a CI, bem como a actualidade nacional e internacional.

Todos os interessados em aderir ao evento, ou saber mais sobre o mesmo, deverão enviar-nos um e-mail.

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Para não acabarmos como eles!

Fevereiro 20, 2009

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Perante a crise global, a resposta local!

Fevereiro 6, 2009

Por Rolando Mateus

«Crise global, resposta local!» é um slogan há muito utilizado pelos identitários e que ganha absoluta actualidade com a presente situação socio-económica.

Esta é uma crise que deriva directamente da desregulamentação liberal dos mercados. Deixou-se a alta finança fazer malabarismos a seu bel-prazer, negligenciou-se as actividades produtivas da economia e o resultado foi esta espiral de destruição que começou pelo sector financeiro (com bancos e seguradoras a falir) e alastrou rapidamente à chamada economia real, o sector produtivo, com as consequências nefastas para o emprego a que estamos a assistir.

Chegados a este ponto é hora de se lançarem soluções que pareciam para sempre desterradas para o baú da história. Pouco a pouco vão sendo dados sinais de que uma nova era de proteccionismo pode ter lugar como forma de se superar a tão propalada crise. O sinal mais forte veio dos Estados Unidos onde o flamante presidente Obama já veio defender medidas proteccionistas[1] ao introduzir abertamente cláusulas desse teor no plano de relançamento da economia. Assim, e a título de exemplo, as empresas americanas deverão adquirir aço das siderurgias nacionais para os projectos de infra-estruturas financiadas por esse plano.

Já em França, a ministra da Economia, Christine Lagarde, estimou o proteccionismo como um mal necessário no quadro dos planos de relançamento económico [2].

Entretanto, nas últimas semanas temos vindo a assistir a um movimento de operários sem precedentes num passado recente. No Reino Unido trabalhadores da pequena localidade de Grimsby[3] iniciaram um protesto pelo facto da empresa italiana que ganhou um concurso para a construção de uma refinaria ter encarregado, num sistema de subempreitadas, a empresas italianas e portuguesas o fornecimento de mão-de-obra barata, ao invés de contratarem entre a comunidade local, onde a unidade industrial vai ser construída. Este movimento de protesto estendeu-se, entretanto, a outras unidades industriais do sector energético um pouco por todo o país.

À nossa escala, já em Dezembro de 2007 a Causa Identitária lançou uma campanha apelando ao consumo de produtos locais e regionais, campanha centralizada na área de Alcobaça[4], numa zona eminentemente agrícola e com especial incidência na produção frutícola. Um dos pontos focados pela campanha são os custos energéticos e ambientais inerentes à importação de produtos de países longínquos, com o consubstancial gasto de combustível e emissão de CO2. Acresce a isto o facto de parecer da mais elementar lógica que um produtor de uma dada região possa ver distribuída a sua produção numa grande superfície que esteja implantada na sua zona. Seria um contributo positivo que essa grande distribuidora daria à comunidade.

Em jeito de conclusão, devo recordar que no momento em que o Governo deixa de tratar os nossos problemas, os problemas dos cidadãos autóctones, como prioritários e em vez disso escuda-se com as «novas realidades», que não se coadunam com uma política proteccionista e, por conseguinte,  com a prioridade nacional, cabe a nós construir alternativas enraizadas, nas quais os nossos estejam sempre primeiro que os outros.


[1] http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2009/02/090203_obama_protecionismo_cq.shtml

[2] http://fr.novopress.info/?p=15376

[3] http://pt.novopress.info/?p=3007

[4] http://blogidentitario.wordpress.com/2007/12/09/actividade-da-causa-identitaria-em-alcobaca/