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Causa Identitária mencionada no jornal “Região de Cister”

Maio 15, 2008

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Grupo lança petição a favor do Castelo

A Associação Causa Identitária lançou, no início deste mês, uma petição pela requalificação do Castelo de Alcobaça. O objectivo é “travar a progressiva degradação” daquele monumento e do seu espaço circundante.
O grupo organizado tem vindo a desenvolver algumas campanhas a favor do património e produção local, inspirando-se no lema “os nossos antes dos outros”.
No que diz respeito ao Castelo de Alcobaça, a associação pretende afimá-lo no contexto nacional e europeu, tornando-o num “ponto atractivo” para “iniciativas económicas e culturais beneficiando assim o desenvolvimento local”, e despertando “um novo interesse nos agentes ligados às áreas históricas”. A petição é dirigida a Alcina Gonçalves, vereadora do pelouro da cultura da camara de Alcobaça. “Tomei conhecimento da iniciativa, mas vou informar-me melhor sobre o grupo e os seus objectivos quando a petição estiver concluída”, afirmou a autarca ao REGIÃO DA CISTER.

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Petição pelo Castelo de Alcobaça: Assine e dê a assinar!

Maio 11, 2008

Por um renovado espaço de cultura, convívio e lazer, pela salvaguarda da memória colectiva e pelo desenvolvimento da região, assine e dê a assinar a petição pela requalificação do Castelo de Alcobaça!

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Conferência - Migrações Humanas no século XX e XXI : razões e consequências para a Europa

Maio 9, 2008

O Movimento Pró-Pátria, endereçou, através da sua actual direcção, um convite à Causa Identitária para a participação no seu próximo evento; uma conferência dedicada às migrações humanas na Europa nos séculos XX e XXI.

O convite foi prontamente aceite e a associação irá estar representada através de uma delegação, onde o actual presidente, Diogo Canavarro, irá ser orador.

Os restantes oradores serão: António Correia (Historiador), Filipe Silva (Geógrafo), Joaquim Pereira (Ex-Combatente), Carlos Branco (Presidente do Movimento Pró-Pátria) e Jorge Ribeiro (Secção Jovem do Movimento Pró-Pátria)

A Causa Identitária irá ainda aproveitar o evento para divulgar junto dos ouvintes algumas das suas linhas gerais de pensamento bem como as suas publicações, com particular destaque para a revista ‘Identitário’.

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Audiência pelo Castelo de Alcobaça

Maio 8, 2008

Comunicado de 8/05/2008

A Associação Causa Identitária irá, no próximo dia 15 de Maio e através de uma comitiva designada para o efeito, estar presente numa audiência, solicitada pela mesma, com a Vereadora do pelouro da cultura da câmara municipal de Alcobaça, a Dr.ª Alcina Gonçalves.

A temática em discussão será a progressiva degradação do Castelo de Alcobaça e respectivo espaço circundante.

Serão debatidas as razões que levaram ao estado actual do Castelo, bem como o que está a ser feito em prol do mesmo. Nesse sentido, a comitiva irá apresentar algumas propostas para um programa de requalificação deste património arquitectónico, num contexto de preservação do legado cultural e desenvolvimento da região.

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Maio de 68

Maio 7, 2008

Por Diogo Canavarro

Foi há 40 anos que se deu a revolta popular em França, construída a partir de uma Greve Geral, mais conhecida por Maio de 68. Por entre slogans como «É proibido proibir» ou «O álcool mata, toma LSD» viveram-se dias de forte agitação e contestação social, onde o segmento juvenil teve particular destaque na sua impulsão.

Não me cabe a mim julgar este episódio da história, não só porque não o vivi, mas também porque sinto que não tenho conhecimentos sérios e profundos sobre esta matéria.

Contundo, não posso deixar de tecer dois breves comentários à temática em questão.

Primeiro, creio que o Maio de 68 foi um presságio para aquilo que hoje, tristemente, vivenciamos: Um povo, em particular a sua juventude, que despreza, vulgariza e renega a sua origem etnocultural em nome da «Liberdade» e do «Outro». Incapazes de compreender que a definição do «Ser» singular depende implicitamente da sua definição no meio colectivo em que está inserido, e que a construção de barreiras – físicas e espirituais – são imprescindíveis para a manutenção desse mesmo «Ser» bem como a sua respectiva «Liberdade», estes agentes lançaram as sementes da confusão política e ideológica, traduzindo-se hoje na apatia generalizada, no optimismo artificial e no enraizamento ao sentimento xenófilo e etnomasoquista que chega à patologia.

Segundo, não deixa de ser paradoxal que muito daqueles que se insurgiram contra o «Capitalismo» e o «Sistema», são hoje figuras destacadas na sociedade civil; advogados, professores, banqueiros, etc., curiosamente, ou talvez não, cargos conectados às estruturas do «Capitalismo» e «Sistema» que diziam combater. Fartaram-se de ser revolucionários?

Em suma: Acredito que é necessário acabar com o «presentismo» em que fatalmente caímos e voltarmos a ser portadores de um futuro sustentável, com base em ideias fortes e ousadas – Autonomia regional, Europa unida e subsidiária, Política energética nacional na área das energias alternativas, etc. – mas isso não pode, jamais, ir deliberadamente contra toda e qualquer estrutura social, que, quanto a mim, foi a imagem de marca do Maio de 68. Como escreveu Miguel Ângelo Jardim: «A atitude de revolta não me merece, à partida, muita simpatia. Por motivos de ordem ideológica e de estratégia creio na revolução das mentalidades, na pedagogia subversiva, na transformação persistente e progressiva das consciências. É mais sensato e mais eficaz.»

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1º de Maio Identitário; defendendo a nossa História!

Maio 5, 2008

Dia 1º de Maio, data que assinala invariavelmente o esforço de milhões de pessoas que diariamente labutam já não apenas para uma vida melhor, mas acima de tudo para sobreviverem, esta é a data que de forma análoga marca mais um aniversário da associação Causa Identitária, uma iniciativa que nasceu há exactamente três anos, resultante dos anseios e inquietações de alguns jovens, e que, superando obstáculos e um sem número de adversidades, depressa deram forma àquela que representa hoje a mais inovadora expressão no campo da intervenção cívica, erigindo-se como um baluarte na defesa da cultura portuguesa, integrada numa dinâmica de preservação da nossa identidade etno-histórica, por via da sua promoção nas mais diversas vertentes e distintas frentes.

Crentes no exemplo através da acção, os identitários portugueses decidiram celebrar o seu terceiro aniversário sem festejos, ou por outras palavras, numa altura em que o nosso povo, a nossa comunidade enfrenta tantas dificuldades, sentimos que seria quase atentatório despender os nossos meios em celebrações inócuas. Fiéis ao essencial da nossa actividade, optamos no dia 1 de Maio em estarmos junto daqueles pelos quais nos movemos, os Nossos.

Provenientes do norte, centro e sul do país, diversas delegações da Causa Identitária convergiram para a bonita cidade de Alcobaça. Tal destino não foi seleccionado ao acaso. Alcobaça tem sido campo de especial atenção dos identitários, nomeadamente por ser um centro pomícola por excelência, e consequentemente por demonstrar quão a produção nacional está a ser vitima de uma política de acentuado desprezo pela parte do aparelho estatal, sempre encerrado na sua redoma centralista.

Porém, desta feita a Causa Identitária marcou presença em terras alcobacenses por outro motivo, não menos nobre, e que igualmente se coaduna com os princípios que norteiam a nossa associação. Os identitários decidiram meter em marcha uma Petição pela Requalificação do Castelo de Alcobaça, uma estrutura de defesa militar votada ao mais degradante olvido por parte das instituições competentes.

Numa atmosfera viva e jovial os identitários abordaram transeuntes e contactaram comerciantes com vista à sensibilização para o estado degradante do referido castelo, aproximação à população que foi extremamente bem recebida e apoiada, correndo actualmente a petição da Causa Identitária em diversos estabelecimentos comerciais que decidiram abraçar activamente esta iniciativa pelo resgate da nossa memória História e património arquitectónico.

Terminada a jornada, os identitários reuniram-se para avaliar a acção desenvolvida e estabelecer novas iniciativas a levar a cabo proximamente, tendo em mente que foi estabelecida uma nova etapa no campo da defesa da nossa identidade.

Identidade, Solidariedade, Acção!

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Lega Nord: Símbolo da resistência Europeia

Abril 25, 2008

Por Diogo Canavarro

A Lega Nord (Liga do Norte), partido italiano pela libertação da Padania do centralismo jacobino, obteve nas passadas eleições um resultado histórico (8.5% dos votos), incluindo três ministros, em pastas fulcrais, na formação do novo governo italiano: O interior (Roberto Maroni), as reformas (Umberto Bossi) e a agricultura (Luca Zaia).

Estruturada, organizada e na vanguarda, a Lega simboliza hoje o culto da resistência europeia à diluição das identidades das Pátrias Carnais face ao rolo compressor mundial. Sem “papas na língua”, este movimento identitário tem por base a construção das euroregiões, descentralizadas, orgânicas e sustentáveis, num contexto de uma Europa unida segundo uma base federal e subsidiária.

Igualmente liberta de ideologias passadistas, em particular do conceito de Estado-Nação, esta propõem soluções políticas, económicas e sociais enraizadas nas necessidades e anseios populares, mas sempre em comunhão com a actualidade geopolítica.

Em suma, a Lega estrutura-se pelo pensamento «dinâmico» que referi na passada conferência da nossa associação: É de “direita” nos valores – defesa da família e tradições, liberdade responsável, segurança e combate à imigração ilegal, etc. – mas é de “esquerda” nas questões sociais – justiça social comunitária, solidariedade, justa distribuição da riqueza, prioridade aos autóctones, etc.

Assim, dedico o dia de hoje, 25 de Abril, aos cerca de 3 milhões de Padanos, orgulhosos, livres e conscientes da sua herança civilizacional, que deram o seu voto de confiança à Lega Nord, visto não mostrarem, nestes tempos tão conturbados, qualquer receio; nem das palavras nem de ir ao essencial.

Viva a Padania!

Viva a Europa!

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A Causa Identitária contacta grupos parlamentares

Abril 22, 2008

Comunicado de 23/04/2008

No seguimento da nossa campanha pela consciencialização das autoridades portuguesas sobre o caso Marc Gonçalves, a Causa Identitária entrou em contacto com os grupos parlamentares representados na Assembleia da República.

O motivo desta nossa iniciativa foi o de requerer aos nossos representantes a interpelação ao Ministro dos Negócios Estrangeiros sobre o que está a ser feito pelo seu ministério, em nome do Estado Português, para tentar a libertação de um luso-descendente de cativeiro na selva colombiana.

Passada que está mais de uma semana nenhum dos grupos parlamentares, nem um único representante da soberania popular, nos obsequiou com uma simples resposta.

A Causa Identitária deseja a melhor sorte para a família de Marc Gonçalves, que apelou ao Sr. Primeiro-ministro para este interceder junto do Presidente da Venezuela, Hugo Chávez, no sentido de mediar junto das FARC a libertação do seu familiar.

Por outro lado também as associações de portugueses e luso-descendentes nos Estados Unidos estão recolhendo assinaturas para serem entregues ao Primeiro-ministro durante a sua viagem à América do Norte, com apelos que vão no mesmo sentido.

Quanto a nós, voltamos a apelar para que todos, sem excepção, mostremos a nossa preocupação com a sorte de um descendente de portugueses, continuando a contactar os Serviços de Administração e Protecção Consulares, e divulgando este caso junto de familiares e amigos.

Finalmente, queremos manifestar a nossa satisfação por finalmente ter sido possível ouvir uma referência a Marc Gonçalves num serviço noticioso da estação de televisão pública, numa clara demonstração de que é possível quebrar o silêncio sobre este assunto.

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De novo o caso Marc Gonçalves

Abril 10, 2008

Nos últimos dias voltamos a ser bombardeados com um frenesim noticioso acerca da refém mais conhecida dos narco-terroristas das FARC, a franco-colombiana, Ingrid Bettencourt. Se isto me parece natural em relação à França e à Colômbia, o mesmo já não se pode dizer dos meios de comunicação portugueses, isto porque como foi noticiado aqui, existe um luso-descendente nas mesmas condições de supressão de liberdade às mãos das FARC, que no entanto não merece o mesmo interesse por parte dos meios de informação portugueses. Aliás, desde o próprio Governo, mais concretamente através dos Serviços de Administração e Protecção Consulares, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, fui informado que devido ao facto de Marc Gonçalves ter nacionalidade norte-americana, o Estado Português não tomou qualquer iniciativa para a possível libertação do mesmo.

Imagine-se que o governo francês argumentava com a dupla nacionalidade da Sra. Bettencourt para se omitir deste caso. Qual seria a reacção da opinião pública (e publicada) francesa?

Como já o disse em Janeiro e volto agora a repetir:

Vamos tornar 2008 o ano da libertação de Marc Gonçalves!

Rolando Mateus

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Luta pelo teu futuro!

Abril 7, 2008