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Causa Identitária estabelece protocolo de cooperação com a associação Solidariedade Aveirense

Novembro 13, 2009

Comunicado de 13/11/2009

Desde a sua fundação que a associação Causa Identitária proclama a via do associativismo como forma de activismo político, cultural e social para a persecução dos seus objectivos e, por isso, esteve e estará sempre disponível para parcerias com outras associações que compartilhem connosco os mesmos objectivos nas várias áreas da nossa sociedade.

Nesse sentido, a associação Solidariedade Aveirense (associação identitária em prol da carenciada comunidade aveirense) decidiu, pela figura do seu presidente, Pedro Filipe, entrar em contacto com a Causa Identitária para uma colaboração estreita nos seus projectos e eventos. Pedido prontamente aceite, dada a clara harmonia existente entre as duas associações, a qual pode ser resumida ao lema: «os nossos primeiro que os outros!».

É, pois, com orgulho e felicidade que a Causa Identitária anuncia este seu novo protocolo. Doravante, os identitários estarão no terreno em defesa dos interesses dos aveirenses mais carenciados.

Causa Identitária – Solidariedade Aveirense: o mesmo caminho!

A Comissão Executiva da Causa Identitária

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As minhas impressões da Convenção Identitária

Outubro 28, 2009

Convention_id_9Por Diogo Canavarro

O fim-de-semana de 16 e 17 de Outubro de 2009 ficará para sempre na minha memória. A convite do movimento Bloc Identitaire, e na excelente companhia de dois militantes da Causa Identitária, desloquei-me a França, mais concretamente a Orange, para um encontro identitário europeu: a Convenção Identitária.

Esta correspondeu em quase tudo ao que estava à espera. Digo «quase» não num tom depreciativo – antes pelo contrário! – pois os identitários provaram, uma vez mais, que são uma vanguarda da criatividade, da origininalidade, da vontade de viver, da vontade de permanecer, pelo que, não tão poucas vezes, fui surpreendido pela positiva por esta ou aquela razão. Como tão bem referiu Fabrice Robert [1] aquando da sua visita a Portugal, há uma nova vaga na Europa e a Convenção Identitária comprovou isso mesmo. O evento em questão não se tratou «apenas» do encontro de identitários europeus (mais de 600!), este revelou, preto no branco, quem realmente está na linha da frente pela sobrevivência da Europa e das suas ricas identidades nacionais, regionais e locais. O que vi e constatei foi algo de extraordinário e inesquecível: homens, mulheres, jovens e crianças de várias origens europeias, de várias sensibilidades, que se revêem nos mesmos símbolos, nas mesmas memórias, nas mesmas ideias. Um duro revés para todos aqueles que acusam o nosso ideal de “romântico, impreciso e sem bases de apoio” (sic).

Quanto às intervenções, todas elas se pautaram pela seriedade, brio e eloquência que caracterizam os identitários. Como é habitual, existem temáticas e discursos com os quais aprendemos mais e nos completam melhor. Nesse sentido, e nunca menosprezando os restantes intervenientes, gostaria de destacar a temática “Localismo vs. Globalismo: Que caminho para o século XXI?” com Philippe Milliau (Bloc Identitaire), Jean-Yves Le Gallou (Fundação Polémia) e Laurent Ozon (Maison Commune). Dotados de uma inteligência e oratória bem acima da média, entre críticas ferozes à globalização e aos conceitos de re-localização e re-taxação, estes três oradores souberam despertar bem a audiência para os grandes desafios que se nos deparam e, no meu caso particular, a dificuldade em conter-me na satisfação pelo que ouvia. Uma autêntica lição de ciência política, que esperamos poder divulgar em Portugal em breve com o próximo número da revista “Identitário”.

Fascinante foi também o ambiente de fraternidade que se viveu. Todos, sem excepção, fizeram um enorme esforço para que ninguém se sentisse excluído. Mesmo com alguma falhas de comunicação (creio que o inglês deverá ficar mais generalizado até como forma de acolher mais identitários de outras regiões), a integração foi praticamente perfeita fazendo jus ao slogan identitário: «jamais caminharás só». Todos os pequenos pormenores foram devidamente pensados e acautelados e o resultado esteve à vista.

Durante os dois dias foi ainda possível constatar a convergência de ideias quanto às formas de activismo, ao material produzido ou ainda à maneira de ser e estar na política e na nossa comunidade. Também aqui, os identitários se destacam por um estilo muito próprio: livre, enraizado, actuante.

Seria uma vã tentativa tentar descrever neste pequeno texto tudo aquilo que se viveu no Palais des Princes neste fim de semana. Resta-me, assim, apenas agradecer, de coração, a todos os que tão bem nos receberam, e fazer votos para que esta rede identitária continue firme e convicta na defesa da nossa identidade. Até sempre!

Viva o movimento identitário!

Viva a Europa de todos os Europeus!

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[1] – http://pt.novopress.info/2263/identitarios-da-europa/

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Vídeo relativo à Convenção Identitária 2009

Outubro 26, 2009

Tal como havia sido referido anteriormente, a Causa Identitária irá nos próximos dias revelar mais informação sobre a Convenção Identitária 2009 em Orange. Desta feita, deixamos a todos um vídeo relativo à mesma com destaque para a participação dos identitários portugueses.

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Causa Identitária cumpre a sua missão na Convenção Identitária 2009

Outubro 22, 2009

Comunicado de 22/10/2009

Com mais de 600 participantes, vindos de toda a parte da Europa, a Convenção Identitária 2009 em Orange, no Palais des Princes, foi um tremendo sucesso. Nesta, encontraram-se de forma fraterna e solidária diversos grupos e organizações como Bloc Identitaire, Solidarité-Kosovo, Alsace D’Abord, Nissa Rebela, Novopress, Causa Identitária, Vlaams Belang, Plataforma per Catalunya, Lega Nord, Project Apache, Rebeyne, etc., e muitos participantes inscritos a título individual, todos com uma enorme vontade em partilhar as suas ideias, propostas e experiências.

Existiram diversas temáticas em discussão, estando todas em redor da questão da identidade: localismo vs mundialismo; reapropriação de espaços próprios para produção genuína de produtos alimentares; Europa aos Europeus, África aos Africanos; Demografia e islamização; A Europa das resistências populares (temática que contou com a presença da associação portuguesa Causa Identitária); A questão do Kosovo; Os identitários e as eleições locais/regionais, etc. Destaque ainda para o início da campanha «Uma outra juventude», iniciativa que pretende federar todos os grupos locais de jovens identitários num projecto alternativo e inovador.

A associação Causa Identitária fez-se representar por uma pequena mas motivada comitiva. A intervenção pública ficou a cargo do presidente da associação, Diogo Canavarro – traduzido por Enrique Ravello (representando a Revista IdentidaD) – que começou por agradecer o convite efectuado pelo Bloc Identitaire, em particular ao seu presidente Fabrice Robert. Em seguida, abordou algumas das linhas gerais do pensamento identitário português, em particular a necessidade de um pensamento dinâmico à direita e esquerda no que estes dois conceitos têm de melhor para enfrentarmos os desafios de hoje. Para isso, foram referidos alguns autores em particular dois portugueses: Teixeira de Pascoaes e António Sérgio, duas referências maiores da cultura portuguesa e que muito têm a oferecer aos identitários portugueses e europeus. O presidente falou ainda da experiência local em Alcobaça como exemplo de acção, e dos bons resultados aí obtidos. Para finalizar, destacou o trabalho desenvolvido pelos identitários franceses perante a situação do seu país, lançando a fórmula de «quem pisa e humilha a França e os franceses, pisa e humilha Portugal e os portugueses» e que este sentimento de solidariedade deve ser extensível a todos os identitários europeus.

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Durante os dois dias da Convenção, foi patente a atmosfera de convívio e camaradagem entre todos os presentes, sublinhando a partilha de uma mesma convicção: a vontade de construir uma Europa unida na diversidade, mas estruturada e fundada em ideais e valores comuns: a defesa da nossa identidade etnocultural e a protecção dos povos Europeus.

O interesse que a Convenção despertou foi bastante visível, em particular pela presença de vários órgãos de comunicação social e pela conferência de impressa realizada com várias figuras cimeiras do evento. Para tal, muito contribuiu o anúncio do Bloc Identitaire da sua opção de se tornar partido, implementando assim a sua presença no meio eleitoral francês.

Por último, uma palavra de agradecimento e apreço para com os organizadores do evento que nunca se furtaram ao serviço, com dedicação, profissionalismo e simpatia.

Alertamos também que nos próximos dias irão ser colocadas mais fotografias e vídeos sobre o evento.

A Comissão Executiva da Causa Identitária

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Causa Identitária estará presente na Convenção Identitária em Orange

Outubro 7, 2009

conventionidA convite da associação identitária francesa Bloc Identitaire, a Causa Identitária irá estar presente na próxima Convenção Identitária, a realizar-se nos dias 17 e 18 de Outubro de 2009 em Orange, França. Esta é a segunda edição do evento (sendo que no primeiro a Causa Identitária também esteve presente) e servirá para debater ideias, apresentar propostas e comparar experiências entre os identitários europeus. Estarão igualmente presentes vários outros grupos identitários tais como Alsace d’abord, Nissa Rebela, Vlaams Belang, Lega Nord, Plataforma per Catalunya, Asamblea Identitaria, Solidarité Kosovo e ALCEC. Todos estes estarão incluídos em blocos com as respectivas temáticas.

Haverá ainda espaço para convívio e troca informal de ideias, bem como
bancas com material (revistas, livros, t-shirts, etc.).

O programa completo da conferência pode ser visto aqui.

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10 de Junho da Causa Identitária!

Junho 2, 2009

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O futuro aqui tão perto…

Junho 2, 2009

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Início da campanha «Luta pelas tuas ideias!»

Maio 16, 2009

Na noite de 13 de Maio, um grupo de militantes identitários realizou uma acção de propaganda na zona da cidade universitária de Lisboa. Esta simbolizou o começo da campanha «Luta pelas tuas ideias», uma campanha dirigida à juventude portuguesa.

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A acção decorreu de forma exemplar tendo sido colados centenas de cartazes. O grupo tentou sempre respeitar a propaganda das outras associações/movimentos, tal como gostaríamos de ser respeitados. Estamos na política pela positiva e em prol da nossa juventude.

Em breve decorrerão novas acções em outros pólos universitários.

Identidade, Juventude, Acção!

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Luta pelas tuas ideias!

Maio 10, 2009
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Breve reflexão sobre o Kosovo

Maio 10, 2009

(Via Revista Identitário)

Por Miguel Ângelo Jardim

Consumada a independência do Kosovo, orquestrada pelos Estados Unidos, com o beneplácito da maioria dos países Europeus, esta não trouxe nenhuma novidade à complexa situação dos Balcãs.

Permanecem as tensões étnicas, em particular onde habitam os albaneses, expansionistas e irredentistas, e os sérvios, já sem saída para o mar (recorde-se a independência de Montenegro), sentem-se legitimamente injustiçados e marginalizados pela comunidade internacional.

Os Estados Unidos, juntamente com os seus tradicionais aliados e agora com a solidariedade germânica, apostam na independência do Kosovo com o intuito de debilitar a Sérvia (tendo em conta que esta foi historicamente aliada da Rússia) sempre com o objectivo último, de acordo com a clássica tradição, dividir para reinar.

A União Europeia, paralisada devido a divergências internas na forma como lidar com a situação, tenta apagar o fogo com aliciamentos e promessas à Sérvia na tentativa de buscar uma solução airosa no contexto do já complicado imbróglio dos Balcãs.

Por outro lado, a Rússia e a China, assim como a União Indiana, países fundamentais no equilíbrio das relações internacionais, não reconheceram a soberania do Kosovo, nem tencionam fazê-lo, impedindo a entrada do território nas Nações Unidas.

Estamos face a um Estado reconhecido parcialmente pela comunidade internacional, sendo a região mais pauperizada de toda a Europa, muçulmano, base de tráfico de estupefacientes e de carne branca, dirigido por mafiosos, para quem o conceito de democracia há muito que é letra morta. O Kosovo é um Estado pária, subalternizado às aspirações da supremacia regional dos americanos.

Certamente que o quadro explosivo permanecerá: a Sérvia jamais aceitará a soberania do Kosovo e os Albaneses, por sua parte, não se ficarão pela independência. No futuro, acabarão por reclamar zonas onde são maioritários, destabilizando a Macedónia e o Montenegro.

A independência do Kosovo foi um acto aventureirista, intencionalmente anti-sérvio, e anti-europeu. Historicamente, o Kosovo foi, e é Servo.

O futuro continua em aberto. A solução do conflito obrigará à integração do Kosovo numa Sérvia federal, com garantias de autonomia político-administrativa, respeito pelas identidades de todas as comunidades nacionais ali existentes há séculos. Mas sejamos realistas e pragmáticos: reconciliar os Balcãs com a sua atribulada história só acontecerá de uma forma viável num contexto de uma Europa unida.